Como nascemos ...

Quem saberá quantos foram os filetes de água ou os pequenos córregos que vieram a compor esse riacho chamado MOVIMENTO ENCONTRÃO (ME)?
Graças a Deus, só ele tem esse registro. O que podemos dizer é que muitos têm feito parte deste movimento de Deus. A anônima avó foi um desses filetes; ela, afinal, não deixava a sua Bíblia empoeirar, insistindo em lê-la, à luz da trêmula vela. Mas o missionário alemão também não pode ser esquecido. Carregando nos "rrr", ele continuamente semeava a Palavra de Deus nas estreitas "picadas" do interior. Depois tivemos os missionários americanos que fervilhavam de paixão evangelística e cujos dólares lhes permitiam construir propriedades no norte do Paraná e oeste de São Paulo.
Tivemos também a pequena leva de pastores que ganharam o púlpito da igreja via "curso intensivo". Houve os leigos que espalharam a mensagem de uma Bíblia redescoberta e um discipulado comprometedor. E assim foi ontem e assim quer ser hoje.
Ontem eram as igrejas cheias e os cultos se multiplicando em Novo Hamburgo. E John Aamot se indagando qual a melhor maneira de solidificar a fé e construir a igreja. E foi então que a evangelização se fez acompanhar da edificação na fé, do discipulado e do treinamento.
Hoje as iniciativas se multiplicam e a geografia se diversifica no objetivo de seguir a Jesus, servir a Deus e edificar a igreja com zelo e carinho.
O MOVIMENTO ENCONTRÃO nasceu e cresce assim: estando a serviço da ação de Deus na prática da evangelização, na vivência do discipulado e no objetivo da edificação da Igreja.