|
>>
MZ
e alunos da FATEV viajam para a Bolívia
02/01/08
a 26/01/08
Chegamos
no aeroporto de El Alto com três
horas de atraso. Isto não desanimou
o grupo de irmãos que nos esperava.
Pela recepção pudemos ter
uma idéia de como seria nossa estada
em La Paz. O grupo que nos recepcionou
também levou chá de coca.
Os alunos da FATEV se surpreenderam com
o chá e com a música preparada
para nos recepcionar.
Foram necessários três carros
grandes para nos levar até o bairro
de Llojeta, onde ficamos alojados. Desfazer
as malas, tomar banho ... enfrentar a
chuva. Assim começou nosso primeiro
dia.
Dormimos o máximo que pudemos.
No primeiro dia, aclimatação.
Alguns sentiram o efeito da altura, outros
foram sentir depois, e porque não
se cuidaram, os efeitos foram mais fortes.
O primeiro encontro com a liderança
da igreja foi bom. Serviu para lembrar
velhos momentos, conhecer um pouco a nova
realidade e planejar nossas atividades.
Quando vimos tínhamos muitas coisas
para fazer. As necessidades são
muitas, a vontade de trabalhar junto também.
Planejamos três escolas bíblicas
de férias, com duração
de uma semana. Em Pedregal, na primeira
semana, e em Alpacoma e Llojeta na segunda
semana. A terceira semana ficou por conta
de contatos com a IELB (Igreja Evangélica
Luterana da Bolívia). Intercalamos
as atividades com visitas ao Lago Titicaca,
a La Cumbre para ver os nevados, e a alguns
locais no centro de La Paz. Também
traçamos uma rota culinária.
Todas as atividades foram realizadas com
muita chuva. Nos dias que estávamos
em Alpacoma 18 casas caíram.
Tendo as parábolas de Jesus como
base, as crianças pintaram, colaram,
e aprenderam um pouco mais sobre os ensinamentos
de Jesus e quem é Ele é.
Ao todo mais de 160 crianças participaram
nas três semanas. Foi uma boa mistura
de jovens brasileiros e bolivianos, líderes
na igreja de Llojeta.
Alguns alunos ficaram tímidos com
o espanhol. Sempre de novo precisávamos
lembrar da necessidade de se falar em
espanhol e não criar uma “panelinha”
do português. Para alguns não
foi fácil. Outros se soltaram e
em “portunhol” tentavam se
comunicar. No final, até em gestos,
as atividades foram realizadas.
Nesse meio tempo alguns foram para o hospital.
Diarréia, vômitos, resfriados,
dor de garganta; foram os mais comuns.
Eu e Rachel aproveitamos para visitar,
conversar com os membros, escutar, fortalecer
e desafiar as pessoas. Fizemos as pregações
nos cultos e estudos bíblicos.
Pessoas que estavam afastadas e souberam
de nossa presença foram à
igreja nestes dias. Graças a Deus!
As atividades foram muito bem avaliadas.
Todos nós recebemos lembranças
por ajudar nas atividades com as igrejas.
Estas atividades também serviram
para motivar as igrejas locais e os jovens
líderes. Fazer uma avaliação
é algo difícil para o aymara.
Mas aqueles com quem conversamos avaliaram
positivamente este nosso tempo com as
igrejas, as atividades desenvolvidas,
o envolvimento com os membros. Penso que,
por termos realizado um bom trabalho,
fomos convidados para retornar.
E que o Senhor faça crescer o que
foi plantado!
Whanderson Perobelli







|