|
A cidade de Laguna-SC

A cidade foi fundada em 1676, por Domingos de
Brito Peixoto, que a princípio ‘batizou’
com o nome de Santo Antonio dos Anjos da Laguna.
Em 1714 tornou-se vila. Palco da revolução
Farroupilha, tornou-se a capital da nova nação,
a República Catarina ou República
Juliana. Cresceu e transformou-se numa importante
cidade do Sul de Santa Catarina. Em 1984 foi
tombada como patrimônio histórico
pelo instituto do Patrimônio Histórico
e Artístico Nacional. Possui cerca de
20 belas praias, desde paraísos inexplorados
a movimentados “points”, distribuídos
ao longo de 30 Km de orla. A origem do seu povo
é açoriana e deles herdaram o
gosto pela agricultura, pelo artesanato como
a renda de bilros e pelas festas religiosas,
realizadas até os dias atuais. Algumas
comunidades conservam a cantoria do Termo de
Reis. Está localizada à direita
da BR 101, no sentido RS-SC. Fica distante 110
Km de Florianópolis, Capital Catarina
e 366 Km de Porto Alegre, capital gaúcha.
É cortada por duas grandes lagoas: a
de Santo Antônio dos Anjos e a do Mirim.
Sua população, de acordo com estatística
de 2007 é de 46.990 mil habitantes. A
área total é de 353 Km2, altitude
média de 4 metros, a temperatura média
é de 19 graus, mas pode atingir os 36
graus no verão e baixar 5,2 graus no
inverno.
A
Comunidade Luterana de Laguna
A
comunidade de Laguna localiza-se no bairro Progresso.
É uma igreja nova, fruto de trabalho
missionário. Com o significativo número
de exatos 101 participantes (1 a mais do que
a meta estabelecida), o projeto de Missão
Zero em Laguna, iniciou suas atividades no dia
18 de julho, contando com a participação
de projetistas vindos de vários estados
brasileiros (RS, SC, PR, PE, PI e BA). Muitos
deles já tinham experiência de
outros projetos da Missão Zero realizados
no nordeste brasileiro, mas a maioria - como
era de se esperar - participou do projeto de
Laguna como “marinheiro de primeira viagem”.
Com a intenção de proclamar o
Evangelho de Jesus Cristo em Laguna e plantar
uma Comunidade Luterana nesta cidade, os “vermelhinhos”
(como foram chamados os projetistas por causa
da camiseta vermelha) visitaram casa por casa
dos bairros selecionados estrategicamente por
este projeto e distribuíram literatura
cristã, anunciaram o Cristo crucificado
e ressurreto e oraram por enfermos e situações
de crise. Com uma postura gentil e acolhedora,
deixavam as casas convidando para os cultos
na tenda realizados a cada noite.
Paralelo
às visitas, aconteceu atividades com
crianças dentro da Tenda da Missão
Zero no período da tarde e durante os
cultos da noite. Também foi possível
visitar uma das escolas da rede municipal antes
das férias escolares. Diversas emissoras
de rádio da cidade abriram suas portas
para nós. Em uma delas tivemos um espaço
de entrevista de duas horas. Os projetistas
chamaram a atenção de muitos na
cidade fazendo-os perguntar “quem é
este povo que fala de esperança e alegria?”.
Encontrou-se
muitas pessoas espíritas convictas, testemunhas
de Jeová, e outras decepcionadas com
igrejas evangélicas e católica,
que não tem encontrado espaço
para uma vivência cristã alegre
e contextualizada.
O
projeto foi uma parceria entre o Sínodo
Centro-Sul Catarinense e a Missão Zero
do Movimento Encontrão e esteve sob a
coordenação dos Pastores Edson
Scherdien de Palhoça, representando o
Sínodo Centro-Sul Catarinense e Juliano
Müller Peter, de Araripina/PE, representando
a Missão Zero. Outros Obreiros também
atuaram de forma intensa e assumiram tarefas
como os demais.
Em média, por culto se reúnem
cerca de 35 adultos mais as crianças.
A maioria é de classe social baixa. Mas,
há também pessoas mais favorecidas
financeiramente. Nas suas programações
constam atividades como: Cultos todos os domingos
à noite; culto de oração
e estudo da Palavra todas as quartas à
noite; grupo com crianças e adolescentes
todos os sábados à tarde, bem
como com jovens todo sábado à
noite. Durante a semana tem estudo nas casas,
bem como programa em uma emissora de rádio
da cidade (terças e sextas).



|